A Flare foi responsável pela construção documental e imagética do projeto. O intuito era claro: mostrar como a Aruanas impacta a vida das comunidades amazônicas com quem trabalha — e levar essa história pro mundo. Em vez do caminho institucional padrão — narração explicativa, gráficos, métricas piscando na tela — escolhemos a verdade da imagem: presença, território, rosto, gesto.
A peça foi conduzida com olhar documental e atmosfera contemplativa. Cada plano construído pra deixar a comunidade falar por si — não como objeto de discurso, mas como sujeito da narrativa. Linguagem que afasta a fórmula institucional e aproxima a marca de um território mais humano, sensível e cinematográfico.











