O conceito partiu de uma recusa: campanha de Natal não precisa ser anúncio. A maior parte do mercado escolhe o caminho curto — desconto, contagem regressiva, urgência. Optamos pelo inverso. Construir desejo, não conversão. Posicionar a marca no Natal pela imagem, não pelo preço.
A peça foi pensada como editorial de moda dentro do ritual da data. As embalagens da Ericka Viggiano viraram presentes sob a árvore — objetos de aspiração, não de oferta. Luz controlada, paleta densa, ritmo contemplativo, frame com peso de capa. A estratégia é direta: associar a marca ao Natal pela porta da exclusividade. Ganhar lugar no imaginário antes de pedir a venda.











